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Peugeot 206 1.0 16V

Brasileiro com personalidade francesa...

13/12/2001 | Texto: Redação WebMotors | Foto: Voltar
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ITENS TESTADOS 









































































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Produzido
na fábrica da Peugeot-Citroën de Porto
Real, no Rio de Janeiro, o Peugeot 206 1.0 16V
tem no design moderno, no bom desempenho e nas
características de dirigibilidade esportivas
que oferece, os principais trunfos para competir
no segmento mais concorrido do País.


Com visual herdado do seu irmão
mais forte, o 206 1.6, o caçula 206 1.0
conquista o consumidor logo à primeira
vista. Os faróis alongados e as duas entradas
de ar sobre o capô garantem ao pequenino
carro franco-brasileiro um aspecto agradavelmente
esportivo, mas sem exageros. Afinal, ele é
um modesto, pero no mucho, modelito 1.0.


Equipado com motor de 16 válvulas
e 70 cv de potência, apresenta um dos melhores
desempenhos entre os modelos dessa categoria.
A esportividade sugerida pelas linhas modernas
e pela boa performance (além das acelerações
e retomadas de velocidade adequadas, nas curvas
o 206 gruda no chão como chiclete) é
fortemente realçada por detalhes internos
típicos de veículos de corrida,
principalmente ralis. Tradicional vencedora dessas
exigentes provas de estrada, foi de lá
que, certamente, a Peugeot importou essas agradáveis
características que o carro oferece, como
bancos bem baixos e quadro de instrumentos realçando,
lado a lado, velocímetro e conta-giros,
incomuns num modelo de 1.000 cilindradas.


texto
e fotos: Ricardo Panessa













































DESIGN E ERGONOMIA SÃO PONTOS FORTES




Linhas
herdadas da versão 1.6, posição
de dirigir e painel sugerem esportividade


Pára-choques pintados na cor do carro, pneus
175/65 R14 com calotas integrais, lanterna traseira
com luz de neblina e tomada de ar no capô do motor,
são equipamentos de série nas duas versões
do Peugeot 206 1.0 16V comercializadas no País,
todas oferecidas em três níveis de acabamento
(Selection, a do modelo testado, Selection Pack e Soleil).


A exemplo do que acontece com o exterior, a parte interna
do 206 1.0 também merece destaque. A versão
testada, Selection, a mais simples, oferece como itens
de série bancos em tecido preto (segundo a fábrica
desenvolvido especialmente para o mercado brasileiro),
saída de energia 12 volts no console central,
vidros verdes, ar quente, volante de três raios
com coluna de direção regulável
em altura, chave de ignição codificada,
conta-giros, filtro de pólen, faróis com
regulagem interna de altura do facho, aviso sonoro de
esquecimento das chaves no contato e de luzes acesas.


Curiosamente, o pacote de opcionais oferecido para
essa versão, que inclui preparação
para som com dois alto-falantes, antena no teto, desembaçador
e limpador do vidro traseiro, relógio digital
e regulagem interna manual dos retrovisores, não
disponibiliza direção hidráulica,
um item muito valorizado pelas mulheres e que faz falta
também aos homens nas conduções
urbanas e, principalmente, em manobras.


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ACABAMENTO
PODERIA SER MELHOR


Pequenas falhas não chegam a comprometer
conforto interno




Posição de dirigir, ergonomia e visibilidade
também são pontos fortes no modelo. O
acabamento geral é bom, mas um pouco rústico,
com detalhes incômodos, como na base da janela
dianteira, onde o plástico é muito fino
e áspero, quase cortante. Desconsiderando esse
detalhe, o 206 1.0 tem bom ambiente interno. O painel
tem, em sua área frontal, quatro saídas
de ar, a coluna de direção tem regulagem
de altura do volante, o quadro de instrumentos tem cobertura
transparente, e o porta-luvas é especialmente
amplo, com espaços específicos para fixar
canetas, óculos, moedas, cartões e dois
copos, além de local para objetos sobre a área
externa do porta-luvas.


No painel de instrumentos, à frente do condutor,
estão os mostradores do conta-giros, do hodômetro
digital parcial e total, indicadores de manutenção,
da pressão de óleo, da temperatura do
líquido de arrefecimento, do velocímetro
e combustível, além dos indicadores de
seta e de freio-de-mão puxado.


O console central traz, além de espaços
para pequenos objetos, a alavanca de câmbio, o
freio-de-mão, saída de 12 volts e, embora
não oferece acendedor de cigarros, também
tem cinzeiro. Há ainda áreas para volumes
de porte reduzido nas laterais das portas dianteiras,
nas laterais traseiras e atrás dos encostos dos
bancos dianteiros. Esses, em especial, contam com práticas
alças de regulagem do encosto tanto do lado externo
do banco, quando do lado interno, detalhe importantíssimo
na versão de três portas.


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BOA
DIRIGIBILIDADE


Modelo é ágil e estável,
mas suspensão é barulhenta


Primeiro Peugeot produzido no Brasil, o 206 1.0 16
válvulas foi, segundo a fábrica, especialmente
desenvolvido para atender às exigências
do consumidor brasileiro, oferecendo ótima dirigibilidade
e economia. Os testes comprovaram essas qualidades,
mas detectou, também, certa fragilidade aparente
das suspensões.


Perfeito rodando sobre pisos bem conservados e lisos,
onde a estabilidade causou boa impressão, 0 206
1.0 ficou barulhento e duro quando teve que enfrentar
estradas e ruas esburacadas. Nessas condições
o volante da direção transmitiu excessivamente
os impactos recebidos nas rodas, aumentando consideravelmente
a trepidação e o ruído internos.
O câmbio, embora bem escalonado, tem alavanca
com curso um pouco longo e os engates deixaram um pouco
a desejar em precisão.


O motor, porém, compensou esses incômodos.
Equipado com software “inteligente”, programado
para se auto-adaptar ao modo de condução
de cada motorista, responde com precisão tanto
em conduções na estrada quanto no pára-e-anda
da cidade. O motor 1.0 litro é montado transversalmente,
com 999 cm³ de cilindrada, dotado de quatro cilindros
em linha. Desenvolve potência máxima de
70 cv a 5.500 rpm, um dos melhores do seu segmento,
e um torque de 9,3 mkgf a 4.200 rpm, possibilitando
aceleração de 0 a 100 km/h em 14s4 e velocidade
máxima de 160 km/h, segundo a fábrica.
Na cidade, o modelo percorre 14,7 km/l e na estrada,
chega aos 21,7 km/l. O consumo em percurso misto é
de 17,5 km/l, dados fornecidos pela Peugeot.


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