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Audi TT Roadster chega por R$ 266.990

Com conjunto do Golf GTI, conversível perde pouco para o cupê

Texto: Iago Garcia | Foto: Divulgação 10/02/2016
 
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A terceira geração do Audi TT chegou no ano passado elevando os padrões tecnológicos, estéticos e dinâmicos de tudo que já se viu no cupê. Na última quinta-feira (04), foi vez da Audi colocar no nosso mercado a versão conversível do TT, vendida em versão única – Ambition – por R$ 266.990.

Para acelerar à céu aberto por aí, o TT ganha uma estrutura de 39 kg que inclui duas travessas abaxo dos dois bancos, além do mecanismo da capota, feito com peças de magnésio, alumínio e aço. Com os novos materiais, o mecanismo é 3 kg mais leve que a geração anterior.

O teto se rebate eletricamente atrás dos bancos em 10 segundos, através de um botão no teto, podendo ser acionado até os 50 km/h.

E mesmo com a capota, o nível de ruídos na cabine não é exagerado para os padrões conversíveis. A turbulência do vento só incomoda a velocidades na casa dos 160 km/h. Em relação à geração anterior, a Audi diz que os padrões de ruído diminuiram em 6 dB.

Para acomodar a capota, o porta-malas diminuiu dos 305 litros, para 280 litros, além, é claro, dos dois lugares a menos.

Com o teto aberto, um rebatedor de vento que se eleva atrás dos bancos faz o papel de transformar a cabine em um ambiente ‘usável’ mesmo quando está rodando em velocidades acima dos 100 km/h. É possível conversar sem elevar o tom de voz e ainda aproveitar a vista que só um conversível pode te proporcionar.

Construído sob a plataforma MQB, mesma do Volkswagen Golf, por exemplo, o TT Roadster continua com o motor quatro cilindros turbo de 2 litros. O conjunto também utilizado no Golf GTI produz 230 cv e 37,7 kgf.m – disponíveis logo às 1.600 rpm – e leva o conversível aos 100 km/h em 6,1 s, acoplado ao câmbio automatizado de dupla embreagem e seis marchas.

São 0,2 s a mais que o cupê. E todo esse desempenho vem acompanhado de um consumo bem razoável para a proposta do carro. Na estrada, rodando a 120 km/h, o computador de bordo do TT marcava números na casa do 12 km/l, sempre com gasolina.

No entanto, mesmo com a leve perda em desempenho, os 1.360 kg – 130 kg kg a mais que o cupê – fazem bem ao TT. O acerto de suspensão, firme, se mostra menos arisco na carroceria mais pesada. A direção elétrica é direta mesmo nos modos de condução mais amigáveis. Quando rodando no Dynamic, ela continua direta, porém o peso já é elevado, adaptando o conjunto pra uma tocada mais esportiva.

Por R$ 266.990, o TT Rodaster ainda oferece rodas de alumínio em 19 polegadas, sensor crepuscular e de chuva, o inovador Virtual Cockpit, que concentra todas as informações do carro no cluster customizável – e que dispensa o uso de uma tela central – faróis em full LED, acabamento misto em couro e alcantara, piloto automático, ar condicionado digital e sensor de estacionamento traseiro.

É difícil mensurar o custo-benefício de um carro como esse. O RS3, por exemplo, está pra chegar com 372 cv e apenas R$ 24 mil a mais que o TT Roadster. Um S3 Sedan, então, sai por R$ 242.990 e 286 cv. Mas quem busca um conversível dev ligar tanto assim para a potência. O TT Roadster cobra pela experiência e, acredite, ela é muito valiosa. 

 

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